The Vampire Diaries - Love Sucks

Preto e Roxo

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Preto e Roxo

Mensagem por Caroline Forbes em Qua Jun 13, 2012 7:00 pm




and i need you in my arms

You don't want me, no

You don't need me

Like I want you, oh

Like I need you


And I want you in my arms

And I need you in my arms

Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.


Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.


Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.


Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.


love, love, love ?


tagged: fulano and ciclano

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You don't need me<br>
Like I want you, oh <br>
Like I need you<br><br>
And I want you in my arms<br>
And I need you in my arms</div><br><div style="width: 400px; height: 390px; overflow: auto;background-color: #1c1c1c; padding: 10px; font-family: calibri; font-size: 12px;text-align: justify; overflow: auto; color: #999; opacity: 0.5; ">Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
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Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
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Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
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Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.</div><br><div style="width: 450px; text-align: center; font-size:30px; text-transform:none; letter-spacing:1px; font-family: happy monkey; color:#9370DB; line-height:1em;">love, love, love ?</div><br>
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Re: Preto e Roxo

Mensagem por Elena Gilbert em Qui Jul 19, 2012 12:12 am


She's cold and she's cruel
But she knows what she's doing!

J á era manhã, sabia somente pelo fato da luz do sol que entrava pela janela do quarto de Thomas. Passara-se dois dias desde que ele havia encontrado-a no lago e a trouxara para cá, e desde então, cada canto daquele quarto, cada canto do corpo de ambos tem sido explorado, devorado, estavam insaciáveis.
Rolou na cama procurando por ele, e notou que cada musculo de seu corpo doia, não era uma dor boa, mas podia lidar com aquilo. Abriu os olhos ao notar que ele não estava deitado, levantou a cabeça procurando por ele, ate encontrá-lo na janela do quarto, olhando para fora.
Levantou-se sem fazer barulho, enrolou-se no lençol da cama e caminhou na ponta dos pés até ele. Parou próxima ao seu corpo, subiu as mãos por suas costa e beijou sua nuca. Com uma voz embargada pelo sono, sussurrou. - Bom dia! - fez uma careta ao olhar pela janela. - Ou já é tarde? Afastou-se foi em direção ao chão procurando por suas roupas, vestiu sua lingerie enquanto o observava, ele parecia distânte, algo não estava certo e Julliet podia sentir isso, ele parecia arrependido de tudo o que havia acontecido entre eles. Um sentimento de inquietação e irritação começou a crescer no peito de Julliet, se ele estivesse arrependido, ela daria motivos reiais para ele se arrepender. Ah, com certeza daria.
Julliet podia não ser tão diabólica quanto as outras demônios do acampamento, podia ter algum resto do seu eu anterior, de quando era um anjo, mas quando a irritavam e decepcionaval, ela podia ser tão cruel quando, e Thomas não sabia com quem estava lidando. [/size]


@Créditos



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